Um funcionário que atende o WhatsApp da sua clínica 24 horas, marca dentro do seu sistema de agenda, confirma na véspera, lembra no dia e chama de volta quem não aparece há meses. Você não instala nada: a gente configura ele com a rotina da sua clínica e ele começa a trabalhar.
Ele atende o lead do marketing na hora, enche a agenda de avaliações, confirma quem já marcou e chama de volta quem sumiu — pra sua cadeira não ficar parada.
Olha o horário livre por profissional e por especialidade, oferece duas opções e marca. Não é recado pra recepção conferir depois.
O lead que chegou da campanha é respondido na hora e vira avaliação marcada — antes de esfriar e ir pra concorrência.
E trata a resposta: quem disse que não pode é remarcado na hora, sem ninguém precisar ligar.
Desmarcou de manhã? Ele oferece a vaga pra quem estava esperando e preenche o horário no mesmo dia.
Limpeza de seis meses, manutenção de aparelho, revisão anual, avaliação vencida — paciente por paciente, no mês certo.
Convênio, endereço, estacionamento, o que levar, preço da avaliação. Sem nunca dar orientação clínica.
Ele não dá diagnóstico, não indica tratamento e não fala de conduta clínica. Isso é do profissional — e é pra ele que a conversa vai na hora em que o assunto muda de marcação pra saúde, com o histórico inteiro na mão.
Você não troca de sistema, não digita duas vezes e não olha duas telas. O agente consulta a agenda de verdade — por profissional, por especialidade, por unidade —, marca, remarca e cancela lá dentro. O que ele fizer no WhatsApp já está na sua agenda quando você abrir.
Tem quanto tempo que ninguém chama o paciente que fez uma avaliação e não fechou? E o que fez o tratamento, sumiu e nunca voltou pra manutenção?
O agente vai atrás um por um, no mês em que faz sentido chamar cada um, com o motivo certo — e marca ali mesmo. Sem disparo em massa e sem insistir com quem já disse não.
O agente tira dela o volume repetitivo — horário, convênio, endereço, confirmação — e passa pra ela o que precisa de gente, com o histórico inteiro. É assim que a ds trabalha: nossa própria operação saiu de 30 pessoas para 2, com a IA resolvendo 97% dos atendimentos, 24 horas por dia.
pessoas no atendimento — e com folga.
dos atendimentos a IA resolve sozinha.
de operação — noite, fim de semana, feriado.
ferramentas testadas antes de construir a nossa.
Um agente de IA entende “tem horário pra avaliação amanhã de tarde?” escrito com pressa ou num áudio, olha a sua agenda e responde com o horário certo — e chama a recepção quando é caso de pessoa.
30 minutos. A gente entende a sua clínica: quantos agendamentos por dia, quantos profissionais, qual sistema você usa e quanto de falta você tem hoje. Sai daí o desenho do projeto — que é seu, não de prateleira.
A gente configura e treina o agente: especialidades, profissionais, regras de agenda, tom de voz, o que ele resolve sozinho e o que vai pra recepção. Ligamos os canais e a integração da agenda.
Ele entra em operação — e continua aprendendo. Começa agendando com o time acompanhando; cada correção vira treino. Você acompanha tudo pela tela, sem caixa-preta.
Não. Ela para de digitar confirmação e passa a cuidar do paciente que está na sua frente e dos casos que precisam de gente.
O agente não dá orientação clínica. Ele encaminha pro profissional com a conversa inteira.
Dentro das regras que você definir: quais profissionais, quais horários, quais procedimentos e o que exige aprovação da recepção.
Se ele tem integração, a gente liga; se não tem, a gente desenvolve. É a primeira coisa que a gente confere na conversa.
Conte como funciona o atendimento da sua clínica hoje e a gente desenha a operação com você. São 30 minutos.
Falar no WhatsAppO departamento de marketing que sua empresa sempre sonhou em ter.